Instituto de educação Gerontológica

O Instituto de Educação Gerontológica IMMA (IEG) é uma sociedade civil sem fins lucrativos, registrado sob o nº de ordem 197 675, no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas do Rio de Janeiro e publicado no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro em 14 de agosto de 2002, com CNPJ nº 05.266.073/0001-43, sediada na Rua Benjamim Constant, nº 329, Barreto, CEP: 24110-000, no Município de Niterói, Estado do Rio de Janeiro.

A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, concedeu no dia 03 de novembro de 2009, a Moção de Aplausos ao Instituto de Educação Gerontológica - IEG. Essa Entidade teve origem no projeto Idosos em Movimento - Mantendo a Autonomia - IMMA e foi fundada pelo Prof. Dr. Alfredo Faria Junior e oferece de forma gratuita atividades voltadas para Idosos, desta maneira a importância dos mesmos na sociedade ativa.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Instituto de Educação Gerontológica – IMMA

Vem, através deste, informar aos idosos bem como a toda a sociedade que vem enfrentado, inúmeras dificuldades, principalmente no decorrer deste ano, tendo em vista a obra realizada por parte da Prefeitura de Niterói que desapropriou a fachada do Instituto de Educação Gerontológica - IMMA.

O prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira, assinou no dia 25/02/2010 o decreto municipal nº 10681/2010 que desapropria parte dos imóveis situados na Rua Benjamin Constant. Segundo documento enviado aos moradores, o objetivo da desapropriação é o alargamento da rua e sua urbanização, evitando assim os transtornos gerados pelo engarrafamento de transito ali existente.

Entre os transtornos pelos quais o Instituto de Educação Gerontológica – IMMA vem passando, citamos aqui apenas dois: falta de informação sobre data ou previsão da conclusão da obra, falta de informação sobre até quando ficaremos impossibilitados de passar pela porta principal de nossa sede, que, nas condições atuais oferece risco de integridade física.

O fato de o Instituto de Educação Gerontológica – IMMA, possuir uma outra entrada, que é lateral, não significa que a situação da obra não nos traga transtornos. Urge salientar que atuamos com pessoas idosas e nos preocupamos também com a sua segurança e bem-estar.

Sabemos que sem o Instituto de Educação Gerontológica – IMMA, muitos dos idosos poderiam/ficariam sem qualquer tipo de atividade, principalmente atividades que sejam voltadas para a “memória”, “resgate histórico”, orientações jurídicas para a defesa dos direitos dos idosos, trabalhos manuais e uma série de trabalhos em grupos. Logicamente que a atividade física também faria muita falta, já que em nossa instituição os profissionais são preparados para lidar com idosos e existe toda uma metodologia no que tange a atividade física, denominada Metodologia - IMMA de ensino-aprendizagem, voltada especificamente para pessoas idosas, que foi criada pelo Prof. Dr. Alfredo Faria Junior, que dedicou e dedica sua carreira acadêmica e sua vida às questões ligadas a pessoas idosas.

A Diretoria possui total consciência da importância e relevância não somente para os idosos, assim como para seus membros familiares que depositam em nós confiança ao incentivá-los a nos procurar para participar de nossas atividades.

Atualmente as atividades oferecidas são:

v  ORIGAMI

v  ARTESANATO

v   ATIVIDADE FÍSICA

v  GRUPO DE APOIO EMOCIONAL

v   OFICINA DA MEMÓRIA

v   OFICINA DE RESGATE HISTÓRICO


Ø  ORIENTAÇÃO JURÍDICA DE DIREITOS DOS IDOSOS

Informamos que não possuímos nenhum tipo de convênio/parceria com nenhum Órgão Público ou Entidade Privada. Sobrevivemos com a ajuda voluntária dos nossos idosos, bem como daqueles que colaboram dando aula voluntariamente para dar segmento ao desenvolvimento de nossas atividades O nosso salão é alugado para aula de dança no turno da noite.

Ressaltamos que as atividades são oferecidas gratuitamente aos idosos que tenham idade a partir de (60 anos), que podem ser moradores de qualquer região de Niterói ou de outros municípios.

As pessoas idosas estão convidadas a participar de nossas atividades e aproveitar nossa sede, ou seja, o espaço que foi construído e adaptado para melhor atendê-los.


Aqueles que tiverem interesse em participar ou colaborar com o Instituto de Educação Gerontológica  - IMMA podem telefonar para: 3703-7251/ 9200-5084


Ana Luísa de Almeida Santos

 Advogada – OAB/RJ 142.907

Presidente Executivo


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Entrevista com Dr. Paulo Niemeyer Filho.

A entrevista é longa, mas muito interessante.
Precisamos incluir em nosso check-up um exame que se chama investigação cerebral. Orientação do neuro cirurgião Dr. Paulo Niemeyer Filho.

O neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho conta os avanços nos tratamentos de doenças como o mal de Parkinson e como evitar aneurisma e perda de memória.
E projeta, ainda, o futuro próximo, quando boa parte do sistema neurológico estará sob controle do homem.
Chegar à casa do neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho, no alto da Gávea, no Rio de Janeiro, é uma emoção. A começar pela vista deslumbrante da cidade, passando pelos macacos que passeiam pelos galhos até avistar as orquídeas que caem em pencas das árvores, colorindo todo o jardim.
Ou seja: a competência desse médico, com 33 anos de profissão, que dedica sua vida à medicina com a paixão de um garoto, pode ser contada em flores. E são muitas.
Filho do lendário neurocirurgião Paulo Niemeyer, pioneiro da microneurocirurgia no Brasil, e sobrinho do arquiteto Oscar Niemeyer, Paulo escolheu a medicina ainda adolescente.
Aos 17 anos, entrou na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Quinze dias depois de formado, com 23 anos, mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar neurologia na Universidade de Londres.
De volta ao Brasil, fez doutorado na Escola Paulista de Medicina. Ao todo, sua formação levou 20 anos de empenho absoluto.
Mas a recompensa foi à altura. Apaixonado por seu ofício, Paulo chefia hoje os serviços de neurocirurgia da Santa Casa do Rio de Janeiro e da Clínica São Vicente, onde atende e opera de segunda a sábado, quando não há uma emergência no domingo, e ainda encontra tempo para dar aulas no curso de pós-graduação em neurocirurgia na PUC-Rio.

Por suas mãos já passaram o músico Herbert Vianna - de quem cuidou em 2001, depois do acidente de ultraleve em Mangaratiba, litoral do Rio -, o ator e diretor Paulo José, a atriz Malu Mader e, mais recentemente, o diretor de televisão Estevão Ciavatta - marido da atriz Regina Casé que, depois de um tombo do cavalo, recupera-se plenamente -, além de centenas de outros pacientes, muitos deles representados pelas belas flores que enchem de vida o seu jardim.

Revista PODER: Seu pai também era neurocirurgião. Ele o influenciou?

PAULO NIEMEYER: Certamente. Acho que queria ser igual a ele, que era o meu ídolo.

PODER: Seu pai trabalhou até os 90 anos. A idade não é um complicador para um neurocirurgião? Ela não tira a destreza das mãos, numa área em que isso é crucial?

PN: A neurocirurgia é muito mais estratégia do que habilidade manual. Cada caso tem um planejamento específico e isso já é a metade do resultado. Você tem de ser um estrategista..

PODER: O que é essa inovação tecnológica que as pessoas estão chamando de marcapasso do cérebro?

PN: Tem uma área nova na neurocirurgia chamada neuromodulação, o que popularmente se chama de marcapasso, mas que nós chamamos de estimulação cerebral profunda. O estimulador fica embaixo da pele e são colocados eletrodos no cérebro, para estimular ou inibir o funcionamento de alguma área. Isso começou a ser utilizado para os pacientes de Parkinson. Quando a pessoa tem um tremor que não controla, você bota um eletrodo no ponto que o está provocando, inibe essa área e o tremor pára. Esse procedimento está sendo ampliado para outras doenças. Daqui a um ou dois anos, distúrbios alimentares como obesidade mórbida e anorexia nervosa vão ser tratados com um estimulador cerebral. Porque não são doenças do estômago, e sim da cabeça.

PODER: O que se conhece do cérebro humano?

PN: Hoje você tem os exames de ressonância magnética, em que consegue ver a ativação das áreas cerebrais, e cada vez mais o cérebro vem sendo desvendado.

Ainda há muito o que descobrir, mas com essas técnicas de estimulação você vai entendendo cada vez mais o funcionamento dessas áreas. O que ainda é um mistério é o psiquismo, que é muito mais complexo. Por que um clone jamais será igual ao original?

Geneticamente será a mesma coisa, mas o comportamento depende muito da influência do meio e de outras causas que a gente nunca vai desvendar totalmente.

PODER: Existe uma discussão entre psicanalistas e psiquiatras, na qual os primeiros apostam na melhora por meio da investigação da subjetividade, e os últimos acreditam que boa parte dos problemas psíquicos se resolve com remédios.. Qual é sua opinião?

PN: Há casos de depressão que são causados por tumores cerebrais: você opera e o doente fica bem. Há casos de depressão que são causados por deficiência química: você repõe a química que está faltando e a pessoa fica bem. Numa época em que se fazia psicocirurgia existiam doentes que ficavam trancados num quarto escuro e quando faziam a cirurgia se livravam da depressão e nunca mais tomavam remédio. E há os casos que são puramente psíquicos,emocionais, que não têm nenhuma indicação de tomar remédio.

PODER: Já existe alguma evolução na neurologia por causa das células-tronco?

PN: Muito pouco. O que acontece com as células-tronco é que você não sabe ainda como controlar. Por exemplo: o paciente tem um déficit motor, uma paralisia, então você injeta lá uma célula-tronco, mas não consegue ter certeza de que ela vai se transformar numa célula que faz o movimento. Ela pode se transformar em outra coisa, você não tem o controle, ainda.

PODER: Existe alguma coisa que se possa fazer para o cérebro funcionar melhor?

PN: Você tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se está deprimido, com a autoestima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter motivação. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a autoestima no ponto.

PODER: Cabeça tem a ver com alma?

PN: Eu acho que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma... Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo.

PODER: O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?

PN: Todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral.
Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma sequela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num checkup, antes dele sangrar, tem o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.

PODER: Você acha que a vida moderna atrapalha?

PN: Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.

PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?

PN: O exagero. Na bebida, nas drogas, na comida. O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra. É muito difícil um cérebro muito bem num corpo muito maltratado, e vice-versa.

PODER: Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?

PN: Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.

PODER: Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?

PN: Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem de saúde, de aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha, não é?

PODER: Você não vê contraindicações na manipulação dos processos naturais da vida?

PN: O que é perigoso nesse progresso todo é que, assim como vai criar novas soluções, ele também trará novos problemas. Com a genética, por exemplo, você vai fazer um exame de sangue e o resultado vai dizer que você tem 70% de chance de ter um câncer de mama. Mas 70% não querem dizer que você vai ter, até porque aquilo é uma tendência. Desenvolver depende do meio em que você vive, se fuma, de muitos outros fatores que interferem. Isso vai criar um certo pânico. E, além do mais, pode criar problemas, como a companhia de seguros exigir um exame genético para saber as suas tendências. Nós vamos ter problemas daqui para frente que serão éticos, morais, comportamentais, relacionados a esse conhecimento que vem por aí, e eu acho que vai ser um período muito rico de debates.

PODER: Você acredita que na hora em que as pessoas puderem decidir geneticamente a sua hereditariedade e todo mundo tiver filhos fortes e lindos, os valores da sociedade vão se inverter e, em vez do belo, as qualidades serão se a pessoa é inteligente, se é culta, o que pensa?

PN: Mas aí você vai poder escolher isso também. Esse vai ser o problema: todo mundo vai ser inteligente. Isso vai tirar um pouco do romantismo e da graça da vida. Pelo menos diante do que a gente está acostumado. Acho que a vida vai ficar um pouco dura demais, sob certos aspectos. Mas, por outro lado, vai trazer curas e conforto.

PODER: Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?

PN: O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.

PODER: Já aconteceu de você recomendar um procedimento e a pessoa não querer fazer?

PN: A gente recomenda, mas nunca pode forçar. Uma coisa é a ciência, e outra é a medicina. A pessoa, para se sentir viva, tem de ter um mínimo de qualidade. Estar vivo não é só estar respirando. A vida é um conjunto. Há doentes que preferem abreviar a vida em função de ter uma qualidade melhor. De que adianta ficar ali, só para dizer que está vivo, se o sujeito perde todas as suas referências, suas riquezas emocionais, psíquicas. É muito difícil, a gente tem de respeitar muito.É talvez esse respeito que esteja faltando.A Ética e a Moral devem voltar as salas de aula,desde a mais tenra idade.

PODER: Como é o seu dia a dia?

PN: Eu opero de segunda a sábado de manhã, e de tarde atendo no consultório. Na Santa Casa, que é o meu xodó, nós temos 50 leitos, só para pessoas pobres. Eu opero lá duas vezes por semana. E, nos outros dias, na Clínica São Vicente. O que a gente mais opera são os aneurismas cerebrais e os tumores. Então, é adrenalina todo dia. Sem ela a gente desanima e o cérebro funciona mal. (risos)

PODER: Você é workaholic?

PN: Não é que eu trabalhe muito, a minha vida é aquilo. Quando viajo, fico entediado. Depois de alguns dias, quero voltar. Você perde a sua referência, está acostumado com aquela pressão, aquele elástico esticado.E como eu disse o cérebro se adapta,se habitua.

PODER: Como você lida com a impotência quando não consegue salvar um paciente?

PN: É evidente que depois de alguns anos, a gente aprende a se defender. Mas perder um doente faz mal a um cirurgião. Se acontece, eu paro com o grupo para discutir o que se passou, o que poderia ter sido melhor, onde foi a dificuldade. Não é uma coisa pela qual a gente passe batido. Se o cirurgião acha banal perder um paciente é porque alguma coisa não está bem com ele mesmo.

PODER: Como você lida com as famílias dos seus pacientes?

PN: Essa relação é muito importante. As famílias vão dar tranquilidade e confiança para fazer o que deve ser feito. Não basta o doente confiar no médico. O médico também tem de confiar no doente. E na família. Se é uma família que cria caso, que é brigada entre si, dividida, o cirurgião já não tem a mesma segurança de fazer o que deve ser feito. Muitas vezes o doente não tem como opinar, está anestesiado e no meio de uma cirurgia você encontra uma situação inesperada e tem de decidir por ele. Se tem certeza de que ele está fechado com você, a decisão é fácil. Mas se o doente é uma pessoa em quem você não confia, você fica inseguro de tomar certas decisões. É uma relação bilateral, como num casamento. Um doente que você opera é uma relação para o resto da vida.

Poder: Você acredita em Deus?

PN: Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando você acaba de operar, vai até a família e diz: "Ele está salvo". Aí, a família olha pra você e diz: "Graças a Deus!". Então, a gente acredita que não fomos apenas nós. É uma verdade.

PODER: Como você relaxa?

PN: Estudando. A coisa que mais gosto de fazer é ler. Sábado e domingo, depois do almoço, gosto de sentar e ler, ficar sozinho em silêncio absoluto. A outra forma, é ouvindo música bem baixinho.

PODER: E o que gosta de ler e de ouvir?

PN: Sobre medicina,história,ou filosofia. Agora estou lendo um livro antigo, chamado Bandeirantes e Pioneiros, do Vianna Moog, no qual ele compara a colonização dos Estados Unidos com a do Brasil. E discute por que os Estados Unidos, com 100 anos a menos que o Brasil, tiveram um enriquecimento e um progresso tão rápidos. Por que um país se desenvolveu em progressão geométrica e o outro em progressão aritmética.Já na música,varia bastante,mas a clássica me relaxa bastante.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Saúde Bucal nos Idosos

Como posso manter uma boa saúde bucal na terceira idade?

Se você cuidar bem dos seus dentes e fizer consultas periódicas com seu dentista, os seus dentes podem durar a vida inteira. Independentemente da idade, você pode ter dentes e gengivas saudáveis se escovar pelo menos três vezes ao dia com creme dental com flúor, se usar fio dental pelo menos uma vez ao dia e se for regularmente ao dentista para exames completos e limpeza.

Que informações sobre a saúde bucal um indivíduo da terceira idade deve ter?

Até mesmo quem escova e usa fio dental regularmente, pode ter alguns problemas específicos. Muitas pessoas na terceira idade usam dentaduras, tomam remédios e têm problemas de saúde geral. Felizmente, seu dentista pode ajudar você a encarar estes desafios com êxito quase que garantido.
  • As cáries e os problemas com a raiz dos dentes são mais comuns em pessoas da terceira idade. Por isso, é importante escovar com um creme dental que contenha flúor, usar fio dental todos os dias e não deixar de ir ao dentista.
  • A sensibilidade pode se agravar com a idade. Com o passar do tempo é normal haver retração gengival que expõe áreas do dente que não estão protegidas pelo esmalte dental. Estas áreas podem ser particularmente doloridas quando atingidas por alimentos e bebidas quentes ou frias. Nos casos mais severos, pode ocorrer sensibilidade com relação ao ar frio e a alimentos e líquidos doces ou amargos. Se seus dentes estiverem muito sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir, consulte o dentista já que esta sensibilidade pode indicar a existência de um problema mais sério, como, por exemplo, cárie ou dente fraturado.
  • As pessoas mais velhas se queixam de boca seca com freqüência. Este problema pode ser causado por medicamentos ou por distúrbios da saúde. Se não tratado, pode prejudicar seus dentes. Seu dentista pode recomendar vários métodos para manter sua boca mais úmida, como tratamentos ou remédios adequados para evitar a boca seca.
  • Enfermidades preexistentes (diabete, problemas cardíacos, câncer) podem afetar a saúde da sua boca. Converse com seu dentista sobre quaisquer problemas de saúde existente para que ele possa ter uma visão completa da situação e para que possa ajudar você de forma mais específica.
  • As dentaduras tornam mais fácil a vida de muitas pessoas da terceira idade, mas exigem cuidados especiais. Siga rigorosamente as instruções do seu dentista e, caso ocorra qualquer problema, marque uma consulta. Os portadores de dentaduras definitivas devem fazer um exame bucal geral pelo menos uma vez por ano.
  • A gengivite é um problema que afeta pessoas de todas as idades e que pode se tornar muito sério, especialmente em pessoas de mais de 40 anos. Vários fatores podem agravar a gengivite, inclusive:
    1. Má alimentação.
    2. Higiene bucal inadequada.
    3. Doenças sistêmicas, como a diabete, enfermidades cardíacas e câncer.
    4. Fatores ambientais, tais como o estresse e o fumo.
    5. Certos medicamentos que podem influenciar os problemas gengivais.
  • Como as doenças gengivais são reversíveis em seus primeiros estágios, é importante diagnosticá-las o mais cedo possível. As consultas periódicas garantem o seu diagnóstico e o seu tratamento precoce. É importante saber que a boa higiene bucalevita o aparecimento de enfermidades gengivais.
  • As coroas e pontes são usadas para reforçar dentes danificados ou substituir dentes extraídos. Uma coroa é usada para recobrir um dente que sofreu perda de substância. Ela fortalece a estrutura do dente e melhora a sua aparência, sua forma ou seu alinhamento. As pontes ou próteses fixas são usadas para substituir um ou mais dentes faltantes e são fixadas nos dentes naturais ou nos implantes situados ao lado do espaço deixado pelo dente extraído.
Maiores informações no link:

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Imagens da Exposição de Antiguidades

MUITO OBRIGADO A TODOS QUE GENTILMENTE DIVIDIRAM SEUS OBJETOS CONOSCO.
AGRADECEMOS A PRESENÇA:
DR. WALDENIR DE BRAGANÇA;
SR. SODRÉ COM SUA BELA BICICLETA PHILLIPS
E TODOS OS IDOSOS DO IEG QUE FAZEM ESTE TRABALHO TER SENTIDO.

terça-feira, 24 de maio de 2011

“O que pode ser feito por um mundo melhor?”

Para ter um mundo melhor devemos respeitar o passado e a pessoa idosa, pois só se sabe para onde se vai se um dia pensarmos e analisarmos de onde viemos e o que fizemos para chegar aonde estamos.

Por isso nós do IEG acreditamos e temos uma filosofia de que o idoso é parte fundante da sociedade e através da história pessoal de todos que frequentam esta Instituição podemos, mesmo que modestamente, modificar um pedaço da vida de quem trabalha nesta casa e valorizar a de quem frequenta.

Este trabalho acredita e rega todos os dias a semente Por 1 Mundo Melhor.

Agradeço a todos os idosos que confiam nesta Instituição e no trabalho que tenho feito semanalmente com todos vocês.

Luana Fernandes.
1° Exposição de Antiguidades no IEG
Dia 18 de junho sábado

De 9h às 16h

Com exposição de artigos antigos trazidos pelos idosos.

Venha valorizar o que foi bom e tem função afetiva na vida de todos nós.
Local: Rua Benjamim Constant n°329,Barreto, Niterói,RJ.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Parabenização

O IEG parabeniza a Doutora  Ana Luísa de Almeida Santos, presidente do Instituto, por sua nomeação para a função de Delegada da Comissão de Apoio à Terceira Idade - CATI da OAB subseccional de Niterói no dia 27 de abril de 2011.
Este ato reforça a importância da atuação na luta pelos Direitos dos Idosos.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

11ª Seminário Internacional de Atividades Fisicas para Terceira Idade.

11ª Seminário Internacional de Atividades Fisicas para Terceira Idade.
Local: Curitiba 


Período: 23 a 25 de junho de 2011

Responsável: Prof. Msc Eros Mathoso

E-mail.:

curitibativa@hotmail.com

(41) 3350-3715

http://www.siafti.com.br

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Horários de 2011

HORÁRIO
SEGUNDA
TERÇA
QUARTA
QUINTA
SEXTA
8H – 9H

GINÁSTICA



9H – 10H

OFICINA DA MEMÓRIA
OFICINA DE LITERATURA
ARTESANATO
ORIGAMI
10H – 11H

OFICINA DA MEMÓRIA
OFICINA DE LITERATURA
ARTESANATO
ORIGAMI
11H -12H





12H – 13H





13H – 14H





14H – 15H

 



15H – 16H

 



16H – 17H





17H – 18H





sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

INSCRIÇÕES PARA AS ATIVIDADES DE 2011

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO GERONTOLÓGICA - IMMA


INSCRIÇÃO: 24 DE JANEIRO ATÉ  8 DE FEVEREIRO DAS 9 ÀS 12 HORAS

ATIVIDADES DO INSTITUTO:

·         ORIGAMI
·         ARTESANATO
·         MACRAMÊ
·         ATIVIDADE FÍSICA
·         GRUPO DE APOIO EMOCIONAL
·         OFICINA DA MEMÓRIA
·         GRUPO DE APOIO NUTRICIONAL
·         OFICINA DE LITERATURA
·         OFICINA DE DIREITOS DOS IDOSOS
·          DANÇA

AULA INAUGURAL DIA 11 DE FEVEREIRO ÀS 9 HORAS.

Endereço:Rua Benjamim Constant, nº 329, Barreto, Niterói.
Telefone: 3703-7251/ 9200-5084